
Lançado oficialmente a 23 de janeiro, o Instituto do Território, Rede Portuguesa para o Desenvolvimento do Território, Associação, como se designa por extenso, foi criado em Outubro passado, e conta já com doze projetos em estudo.
Agrupando as universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro, Minho, Aveiro, Beira Interior, Nova de Lisboa, Lusófona, Atlântica e Algarve, os institutos politécnicos de Coimbra, Leiria e Lisboa, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, o Instituto de Soldadura e Qualidade, personalidades do meio universitário e científico e sociedades de advogados, a rede apresenta-se como grupo de ação estratégica suportada no conhecimento científico.
O primeiro objetivo da organização não governamental agora formada, é criar e divulgar indicadores sobre a gestão do território, identificar os pontos fortes e fracos e conseguir assim definir estratégias gerais por setores de actividade para o território. Depois do diagnóstico, propõe-se a colaborar na elaboração das leis e das regras necessárias e a controlar a sua aplicação, em parceria com a Administração Regional - com as comissões de coordenação e com as associações de municípios de poderes reforçados – promovendo a defesa dos recursos e a potenciação da economia e do emprego, e com a Administração Local os correspondentes processos administrativos de licenciamento.
O IT pretende também proporcionar um espaço de diálogo na criação de soluções estratégicas e congregar capacidades de desenvolvimento endógenas, com capacidades científicas e de inovação para gerar desenvolvimento social e económico, de que são exemplos os projetos para uma agência de desporto e do mar, aproveitamento do património frutícola ou monitorização de pontes, potenciando e alavancando o investimento local e regional.
[Publicado na edição de 27 de janeiro de 2012 do Jornal de Nisa (n.º 33, II Série)]











